Você achou a primeira rodada simples demais, e tinha razão. Aqui a arte volta para o centro: pincel vivo, flor com mais detalhe, clima de ateliê. Cada conceito agora tem duas camadas: a marca principal, rica, para site, banner e impressos, e um ícone simplificado, tirado dela, para a aba do navegador e o perfil do Instagram.
Um símbolo de poucas formas que funciona em qualquer cor e tamanho, sem textura nem relevo.
Monograma tipográfico: o reconhecimento mora nas curvas e no contraste das letras.
Um terminal de letra desenhado sob medida dá personalidade sem criar fios frágeis.
Estúdio brasileiro: a serifa ganha particularidade a partir do repertório próprio da marca.
O gesto real do pincel é redesenhado em poucas curvas, sem respingos, para virar marca.
A estrela ocupa um vazio pensado dentro da letra, em vez de ser colada onde sobra espaço.
Ponto de atenção sobre a estrela. A estrela de quatro pontas toda simétrica virou, nos últimos anos, o símbolo das ferramentas de inteligência artificial, como o Gemini do Google. Por isso, nesta rodada, toda estrela da Orveria tem desenho próprio: uma ponta mais longa e curvas levemente assimétricas.
Próximo passo: com as suas favoritas, a gente refina 1 ou 2 caminhos e desenha cada um em vetor, com versão em uma cor, positiva e negativa, ícone, avatar e banner. Se quiser misturar ideias de conceitos diferentes, é só dizer no comentário.